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FIMCA e Metropolitana realizam atos de prevenção sobre o Coronavírus

12/03/2020 às 19h02min

À medida que as autoridades em todo o mundo anunciam medidas de quarentena, restrições e orientações para

tentar conter o avanço do novo coronavírus, é normal que mais pessoas se sintam assustadas ou estressadas diante

 de tantas notícias. Em Porto Velho já houveram algumas suspeitas de casos, porém nenhuma foi confirmada até o momento, mas isso não faz com que as pessoas não se preocupem com a nova doença Mundial.  O Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA, e Faculdade Metropolitana  sabendo da importância que o assunto requer, está promovendo uma séries de ações objetivando que duvidas sobre a doença sejam esclarecidas pelos seus colaboradores e por toda a sociedade.  

Os cursos de Saúde da FIMCA e Faculdade Metropolitana (Medicina, Enfermagem, Biomedicina e Farmácia), compromissados com o bem-estar da comunidade Porto-velhense, realizarão no dia 24 de Março uma roda de conversa com autoridades da Educação Diretores, Vice-diretores e coordenadores pedagógicos sobre formas de contaminação, Prevenção no ambiente escolar e universitário e fabricação caseira de Álcool em gel.

A roda de conversa será realizada no anfiteatro do Centro Universitário FIMCA ( rua Ararás 241 – Jardim Eldorado) as 16 h e também as 19h.

Pontos importantes a respeito do novo coronavírus (COVD-19):

  • Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia.
  • Os coronavírus são a segunda principal causa do resfriado comum (após rinovírus) e, até as últimas décadas, raramente causavam doenças mais graves em humanos do que o resfriado comum.
  • Há sete coronavírus humanos (HCoVs) conhecidos, entre eles o SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), o MERS-COV (síndrome respiratória do Oriente Médio) e o COVID-19.
  • Os casos de COVID-19 foram notificados pela primeira vez em 31 de dezembro de 2019, na República Popular da China.

O que fazer para me proteger e evitar transmitir para outras pessoas

A maioria das pessoas infectadas experimenta uma doença leve e se recupera, mas pode ser mais grave para outras pessoas. Mantenha-se informado sobre os últimos desenvolvimentos a respeito do COVID-19 e faça o seguinte para cuidar da sua saúde e proteger a dos outros:

  • Lave as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool, para matar vírus que podem estar nas suas mãos.
  • Mantenha pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando. Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá inspirar as gotículas – inclusive do vírus da COVID-19 se a pessoa que tossir tiver a doença.
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies e podem ser infectadas por vírus. Uma vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí, o vírus pode entrar no corpo da pessoa e deixá-la doente.
  • Certifique-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar (em seguida, descarte o lenço usado imediatamente). Gotículas espalham vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao seu redor contra vírus responsáveis por resfriado, gripe e COVID-19.
  • Fique em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico. Siga as instruções da sua autoridade sanitária nacional ou local, porque elas sempre terão as informações mais atualizadas sobre a situação em sua área.
  • Pessoas doentes devem adiar ou evitar viajar para as áreas afetadas por coronavírus. Áreas afetadas são países, áreas, províncias ou cidades onde há transmissão contínua — não áreas com apenas casos importados.
  • Os viajantes que retornam das áreas afetadas devem monitorar seus sintomas por 14 dias e seguir os protocolos nacionais dos países receptores; e se ocorrerem sintomas, devem entrar em contato com um médico e informar sobre o histórico de viagem e os sintomas.

Sintomas de alguém infectado com o coronavírus

Depende do vírus, mas há sintomas comuns como febre, tosse e dificuldade de respirar. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até morte.

Fonte: Assessoria

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